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Finlândia está criando uma empresa antipirataria. Será que vai dar certo?

28/10/2009
por página7

Da Reuters

Nokia e SAP criam empresa de serviços antipirataria

HELSINQUE — A Nokia e a SAP anunciaram na terça-feira a abertura de uma nova empresa que irá fornecer serviços tecnológicos a donos de marcas para lutar contra o lucrativo mercado de produtos falsos e piratas.

“Vemos uma grande oportunidade de negócios no setor de serviços de proteção de marcas”, disse o gerente de Comércio e Desenvolvimento Corporativo, Antti-Jussi Suominen, em comunicado.

A nova empresa, Original1, terá sede em Frankfurt, na Alemanha, e será chefiada por Claudia Alsdorf, atualmente vice-presidente da SAP Research. A nova companhia deve começar suas operações antes de terminar o ano.

Nokia e SAP controlarão 40 por cento cada da empresa, enquanto uma terceira parceira, a alemã Giesecke & Devrient, ficará com os outros 20 por cento.

“Hoje, mais do que nunca, as empresas precisam combater a falsificação antes que seja tarde demais, quando a empresa já estiver em risco de não poder mais se sustentar”, disse Alsdorf.

“A Original1 fornecerá uma loja direta para empresas que buscam serviços seguros que as protejam de falsificação, proteja o valor de suas marcas e ajude-as a desenvolver uma forma mais transparente de trabalhar, tornando-as mais sustentáveis”.

Os serviços da Original1 usarão tecnologia e soluções da SAP, enquanto a Nokia entrará com softwares de autenticação móvel e a Giesecke & Devrient fornecerá soluções de segurança do valor total da cadeia de lojas, afirmaram as empresas.

Reportagem de Tarmo Virki

Dois novos trabalhos.

26/10/2009
por página7

No momento estou trabalhando em dois projetos. O primeiro é a criação de uma logomarca para uma loja de roupas e o segundo, um informativo para uma escola. Nos próximos dias, quando os trabalhos estiverem finalizados, volto e comento cada um deles.

Brincadeira na Record sugere “SBT Nojo”.

17/10/2009
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Veja o escrito “SBT Nojo” — na letra “o” da palavra ciclone —, no caça-palavras exibido no programa “Hoje em Dia”, da rede Record.

A influência russa no design ainda é atual.

17/10/2009
Uma das obras de Alexandr Rodchenko

Uma das obras de Alexandr Rodchenko

Vagando pela internet, encontrei essas peças histórias do design russo. Criadas no início do século passado, logo após a revolução ocorrida em 1917, que deu origem ao império socialista, o estilo foi a base para toda a abstração geométrica utilizada posteriormente.

Um de seus fundadores foi o designer Aleksandr Mikhailovich Rodchenko (1891—1956). O movimento ficou batizado de construtivismo russo. Ele fora considerado um dos mais versáteis artistas filho da revolução Bolchevique — movimento cujas idéias propunham a criação de um “Novo Mundo”.

“Estamos prontos para defender a URSS” é a mensagem passada no cartaz à esquerda criado por Valentina Kulagina de 1930. Poucas cores e formas geométricas marcaram estilo, como mostram também a arte à direita.

“Estamos prontos para defender a URSS” é a mensagem passada no cartaz à esquerda criado por Valentina Kulagina de 1930. Poucas cores e formas geométricas marcaram estilo, como mostram também a arte à direita.

O anarquismo light de Pedro Cardoso — uma entrevista corajosa e imperdível.

16/10/2009
por página7

Uma bela entrevista que o ator Pedro Cardoso concedeu ao programa “Sem Censura”, apresentado por Leda Nagle na TV Brasil, no dia 17 de setembro passado. Com coragem e visão crítica, o ator mostra que é possível manter a privacidade de sua vida pessoal, a despeito do que se tornou esse comércio ridículo da comunicação de celebridade. Mais do que seu protesto contra os paparazzi, Pedro Cardoso dá uma aula sobre ética no jornalismo — aliás, na terceira parte, ele opina sobre a queda da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Em seguida, a entrevista dividida em quatro partes. Imperdível.

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Falta de profissionalismo exige mais empenho — e testa o tempo todo nossa capacidade de argumentação.

13/10/2009

furia

Qual profissional por aqui já não passou por uma história semelhante? Você cria uma peça que considera excelente. Considera, ainda, que todo o conteúdo atende à necessidade do cliente e que este, caso aprove, terá retorno garantido. Na hora “agá” — a aprovação — o cliente põe o dedo em tudo. Troca a composição de cores, interfere no texto e até na fonte que você escolheu para aplicar na arte. Enfim, toda a euforia foi-se para o ralo.

Já passei — e ainda passo — por situação semelhante. Porém, hoje bem menos do que no passado. A situação “menos piorou” depois que passei a adotar um critério rígido para defender a idéia contida na peça: o argumento. Trata-se de uma defesa que tem início logo no primeiro contato com o cliente. Presto atenção em tudo: no que é dito, na roupa, nas palavras que utiliza para se comunicar, na decoração do escritório, nas cores que mais gosta, enfim, qualquer detalhe pode ser útil.

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O telefone do futuro, segundo a Nokia.

11/10/2009
por página7

Uma pequena demonstração do conceito do Morph, desenvolvido pela Nokia — algumas possibilidades da nanotecnologia.

Uma saída para fotos com baixa resolução.

11/10/2009

protogenes queiroz

Este é um cartaz que produzi para a divulgação de uma palestra com o delegado da Polícia Federal, Protógenes Querioz, em Jaboticabal. Fiz o trabalho em Photoshop. Raramente uso outro programa. A maior dificuldade que encontrei foi em achar uma foto do delegado. Por isso, capturei uma em um site gratuito. Para tentar driblar a baixíssima resolução, apliquei um efeito de desfocagem e, em seguida, uma cópia da foto com efeito “ruído” (noise) sob a imagem anterior. Outra preocupação foi em dar destaque para o nome do palestrante e também para a cidade onde o evento acontece. Como não sabia exatamente em qual gráfica o cartaz seria impresso, utilizei como complemento, as faixas laterais. Assim, caso fosse necessário algum recorte, este não comprometeria a arte final.

Para o restante do cartaz, levei em conta o perfil do delegado, o tema e o contexto que o assunto corrupção envolve. Particularmente, acompanhei bastante as notícias sobre os trabalhos dele, e isso me ajudou muito na produção dessa peça. O que achou do resultado?

Dando palpite no nome da empresa.

11/10/2009

visual infoshopping

Hoje em dia, a criação do nome de uma empresa leva em conta vários obstáculos antes de sua escolha final. É uma checagem tão complexta e difícil, mesmo para quem está habituado a lidar com esse serviço. Apenas para ficar em um único exemplo, você imagina uma empresa sem site institucional, pelo menos? Pois, então, o nome tem de ser facilmente aplicado a um domínio — de preferência “.com.br”. Há ainda aspectos questões sobre como destar a empresa das demais, análise dos concorrêntes, perfil, enfim… uma série de coisas. Neste exemplo, a página7 desenvolveu a identidade da Visual Infoshopping, empresa que atua no ramo de informática. Destaco, nesse trabalho, as cores utilizadas e ainda uma dica acatada pelo cliente: a inclusão do “info” no complemento “shopping” [o nome original era Visual Shopping]. Argumentei que o “info” seria uma informação chave que aumentaria as chances de o cliente identificar a empresa como sendo do ramo da informática. Gostou? Acha que faltou alguma coisa? Faria diferente? Então comente.

O design tem de reproduzir o estilo do cliente.

11/10/2009

henry santos

Ao criar o desenho dessas peças — cartão de apresentação e camisetas para a equipe de trabalho —, levei em conta a personalidade do cliente, o arquiteto recém-formado e muito criativo, Henry Santos, de Pitangueiras. Como ele também faz decoração para eventos, procurei utilizar uma cor neutra e sóbria. As cores, na minha opinião, sempre devem considerar o seguinte: não podem ser enjoativas, principalmente se terão uso prolongado. Traços em linha reta deram um ar fashion, de organização e modernidade. O que achou?